Por que deixar de usar filme dry e imprimir exames médicos em papel é melhor para o meio ambiente Área médica

Você já viu aqui no blog que a sustentabilidade é uma das maiores tendências para 2019. Cada vez mais as pessoas estão percebendo a importância do consumo consciente, de investir em materiais biodegradáveis e de evitar o desperdício de recursos. Afinal, cuidar da “saúde do planeta” também é necessário.

Ainda assim, a impressão de exames em filme dry continua sendo a escolha de muitas clínicas e hospitais, mesmo quando o papel leva menos tempo para se decompor e é uma opção muito mais barata.

Quer saber mais sobre a diferença entre os dois materiais e contribuir também com a preservação da natureza? Descubra por que deixar de usar filme dry e imprimir exames médicos em papel é melhor para o meio ambiente:

Exames em filme dry levam mais tempo para se decompor

O papel leva de três a seis meses para se decompor no meio ambiente, enquanto radiografias e outros exames em filme dry – compostos por plástico e prata – levam muito mais tempo. O plástico, por exemplo, precisa de um século para ser diluído. Fora que a prata, quando em contato com a água e o solo, pode causar sérios problemas para a saúde das pessoas.  

Logo, investir em impressões de exames em papel é uma forma de contribuir com o meio ambiente – e com a redução de despesas, já que podem ser até 80% mais baratas do que as em filme dry.

Os filmes radiológicos possuem poliéster e uma espécie de gelatina com sais que servem para proteger a mídia, tornando a impressão mais cara – isso sem falar dos custos com manutenção.

Exames impressos em papel podem ser reciclados com facilidade

O processo de reciclagem de uma radiografia é mais complexo do que a de um exame impresso em papel. Segundo o portal Ecycle, o exame de filme dry é tratado por uma solução de hipoclorito de sódio, gerando um resíduo sólido que contém prata e películas radiográficas “limpas”. Depois disso, o material sólido passa por mais três processos até toda a prata ser retirada.

O investimento para que esse material seja reciclado pode custar acima de R$ 300 mil, pois é necessário montar uma estrutura própria para isso.

Além disso, empresa que deseja trabalhar com a reciclagem de radiografias, tomografias, ultrassonografias e outros, deve estar de acordo com licenças ambientais. Ela precisa ter a sua própria estação de tratamento, pois a água contaminada por agentes químicos durante o processo da obtenção da prata, deve ser tratada antes de ser lançada no esgoto.

Já o processo de reciclagem do papel é muito mais simples. Primeiro o material passa por um controle de qualidade, depois ele é coletado, triturado e misturado com água, para que centrifugue e as impurezas saiam.

Aí começa o processo de clareamento do papel, com o acréscimo de produtos químicos.
Após esse refinamento, a celulose recebe aditivos químicos, se transformando em uma pasta semelhante à celulose virgem e pode variar de acordo com o produto em que será transformado – sacola de papel, guardanapo, folha para impressão e outros.

O interessante nisso tudo é que a própria clínica ou hospital em que você trabalha pode utilizar os papéis reciclados em impressões do dia a dia, folhas para secar as mãos e muito mais – o que também ajuda consideravelmente na preservação do meio ambiente.

A impressão de exames em papel é mais rápida e precisa

Muitas pessoas ainda acham que a impressão em filme dry é superior à impressão digital, quando na verdade é o contrário. Por meio dessa tecnologia é possível imprimir exames com cores vibrantes, fazer reconstruções 3D e obter tons de cinza que melhoram a qualidade dos diagnósticos médicos.

As impressoras médicas da Helioprint, por exemplo, imprimem a imagem diretamente dos aparelhos ou por meio de um software conversor, proporcionando mais rapidez e precisão na hora de obter o resultado – o que também contribui muito com o planeta, já que o descarte de materiais que não deram certo é bem menor.

Agora, quando se trata de impressões em filme dry, se por algum motivo a qualidade do exame não estiver boa para a leitura, é necessário repetir todo o processo. E você já viu como é difícil o descarte desse material; a decomposição e a reciclagem de impressões em filme dry são muito mais complexas do que a dos exames em papel, não é mesmo?

Fora que a impressão em papel pode ser feita em vários tamanhos e quantidades, contribuindo para a clareza de detalhes e o diagnóstico. Já com a radiologia tradicional, se você precisar de outras cópias, o custo vai ser muito maior.

Percebeu o quanto deixar de usar filme dry e imprimir exames médicos em papel é melhor para o meio ambiente e para as clínicas e hospitais como um todo?

Com o avanço da tecnologia ficou muito mais fácil oferecer as impressões de exames em papel para praticamente todos os ramos da medicina – da radiologia, tomografia, ressonâncias magnéticas, ultrassonografias e até exames odontológicos.

Além da redução de custos e dos diagnósticos mais precisos, com as impressões em papel também é possível diminuir o descarte de exames que não deram certo e optar por um material que é muito mais fácil de se decompor e de se reciclar.

Ah, se você quiser que a clínica ou o hospital em que você trabalha contribua com a preservação do planeta, leia o artigo 5 exemplos de sustentabilidade hospitalar na prática e continue de olho no blog da Helioprint. Aqui você encontrará mais dicas e informações sobre sustentabilidade dentro da área médica. 🙂

 

Sistema de impressão para Clínicas e Hospitais


Thais Antunes

Executiva de vendas especializada em projetos de outsourcing de impressão na área da saúde.

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